terça-feira, 21 de novembro de 2017

Reflexão sobre o Holocausto. Por Diogo Abreu, 8º A


"Holocausto – assassinato em massa de cerca de seis milhões de Judeus, durante a II Guerra Mundial, comandado por Hitler.

No passado dia quatro de outubro, a turma assistiu a um documentário sobre o Holocausto, após o estudo de um excerto do livro “O Diário de Anne Frank”, de Anne Frank.
Em primeiro lugar, este documentário sensibilizou-me bastante, desde o início. Logo num dos primeiros minutos ouvi a frase “No fim de tudo vou para o céu, já estive no inferno” dita por um dos sobreviventes daquele forte combate. Esta frase ficou-me na cabeça pois, muitas vezes, nós fazemos do inferno uma coisa mínima e insignificante, ao contrário deste lutador que sobreviveu à fome e a trabalhos duros, à guerra e à falta de condições de vida, enquanto escravo/ prisioneiro. 
O vídeo que foi mostrado relata e retrata muito bem a situação que os Judeus Europeus e os Americanos viveram naquela altura. Durante a visualização do mesmo “transpira” o medo de infringir qualquer regra, pois caso isto acontecesse eram logo submetidos a maus tratos por parte dos soldados Alemães, que se provaram mais fortes nesta guerra. 
Outra coisa notória no documentário era a falta de nutrição dos prisioneiros escravos, alguns deles chegavam a comer os próprios piolhos para tentar sobreviver. Outra parte deste documentário que também considero relevante, por causa da maldade que contém, foi o facto de um dos sobreviventes dizer que tinha um colega que estava fraquíssimo e pediu a um soldado alemão para o deixar descansar em vez de ir fazer o trabalho pesado nos túneis de Hitler, e este, cheio de crueldade, pegou num balde de água gelada e atirou-lhe para cima, matando-o imediatamente. Este tipo de atitudes deixa-me a pensar, o que é que as pessoas daquela altura ganhavam com a morte das outras? Se fosse eu no lugar daquele soldado alemão, que até era privilegiado por não ter de fazer mão-de-obra escrava, ajudava o pobre prisioneiro e deixava-o descansar, em vez da atitude maligna que teve. É de facto triste ver a situação em que eles se encontravam … Viviam também cerca de duzentos prisioneiros numa casa com espaço equivalente às que temos hoje em dia para dois ou três filhos, sem condições mínimas, falta de higiene, sem ninguém para os apoiar! Não me consigo sequer imaginar numa situação parecida!
Afastando-me um pouco da guerra, mas dando seguimento ao comentário, havia os outros Judeus espalhados pela Europa que também foram vítimas do Holocausto. 
Famílias inteiras a serem mortas por causa da religião … isto é outro assunto que me faz alguma confusão, pois cada um é livre de acreditar em quem quer e isso não devia ser motivo de guerra e morte, muito pelo contrário. Todos deviam ajudar-se!
É realmente impressionante a tristeza que os sobreviventes transpareceram enquanto falavam desta experiência, pois por mais anos que se passem vai ficar para sempre na memória deles e das suas famílias…
Para terminar e com base no documentário, queria incentivar-vos a dizer “Não!” a qualquer situação deste género. Todos sabemos que, por vezes, vimos situações trágicas, pessoas diferentes, entre outras, mas não devemos entender isso como motivo para brincadeira!  
Queria também dizer-vos e agora usando um termo mais do nosso quotidiano que a “porrada” não é solução para nada, não há nada como uma boa conversa para resolver assuntos!
Outro aspeto que vos quero alertar é para nunca tirarem a liberdade nem a alegria de viver a ninguém, se fosse ao contrário também não gostaríamos!!


F I M"

Diogo Abreu, 8º A

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